Durante a virada cultural não pude deixar de perceber que no ar exalava um cheiro bem característico e conhecido por todos hoje em dia.
A maconha era a bola da vez entre muitos que alí estavam.
Observando a cena, percebi que as pessoas que consumiam a "erva", de um modo geral, eram jovens brancos de classe média, cabelos bem cortados e roupas de marca.
Outro dia conversando com um amigo ratafari, pude ver a diferença do uso da mesma por ele e pelos jovens da virada cultural.
É comum na cultura rasta o uso da "ganja" como uma forma de aproximação espiritual, limpeza e purificação da alma.
É a hemp-democracy.
sexta-feira, 15 de maio de 2009
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